Mais uma caminhada do Clã XII… a Drave

No passado dia 23 de Julho o nosso Clã iniciou mais uma Caminhada espetacular a Drave que perdurou durante 5 dias.

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Foi uma experiência cheia de muito do que há de melhor e que certamente ficará no nosso coração para sempre.

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Através do imaginário “Jogos da Fome” foi possível “alimentar” os nossos Caminheiros com todo um conjunto de dinâmicas e reflexões que se espera ajudar no caminho em direcção ao Homem Novo.

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Participamos no programa Cume que incide sobre temáticas da metodologia educativa da IV e que se inicia na Drave de onde os Caminheiros partem até ao Cume de uma montanha.

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Participamos também no programa Sol que é dedicado à espiritualidade através de um percurso entre a Drave e Palhais.

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Uma coisa é certa, vamos voltar e provavelmente não deve faltar muito tempo.

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Mais informação:

Drave é uma aldeia desabitada numa cova entre as Serra da Freita, Serra de São Macário e Serra da Arada, integrada no Geoparque de Arouca e situada na União das Freguesias de Covelo de Paivó e Janarde, Concelho de Arouca, Distrito de Aveiro, Diocese de Viseu.

É uma aldeia típica em que as casas são feitas de pedra, denominada pedra lousinha, sendo a sua cobertura de xisto. Os arruamentos são irregulares.

A aldeia é muito isolada e sem traços de modernidade: não é acessível de carro, e a aldeia mais próxima, Regoufe, fica a 4 quilómetros. Não tem electricidade, água canalizada, saneamento, gás, correio, telefone e a rede de telemóvel é escassa (apenas MEO). Também não há lojas, logo o dinheiro não tem utilidade, nem relógios na aldeia.

Em 2003 o Corpo Nacional de Escutas abriu na Drave a sua Base Nacional da IV, uma centro escutista para caminheiros (escuteiros entre os 18 e os 22 anos).
Com forte componente ambiental e espiritual, este centro é já uma referência mundial, pertencendo às redes SCENES e GOOSE.

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O CNE adquiriu cerca de 1/3 da aldeia em 1995 e começou os trabalhos de reconstrução em 2001 durante uma actividade denominada ROVER 2001.

Hoje em dia este centro recebe anualmente milhares de caminheiros portugueses e estrangeiros que não só participam nas actividades de reconstrução e manutenção da aldeia, como também noutras actividades aproveitando o retiro e o isolamento que a aldeia proporciona.

A BNIV é gerido por uma equipa de gestão e por uma equipa de staff que acompanham permanentemente a aldeia e que organizam anualmente actividades como o EPHATA, o TALITHA KUM, o SOL A SOL, e o DRAVIM entre outras.

Página Oficial da BNIV
Página Oficial do Documentário “Uma Montanha do Tamanho do Homem”
Drave no Sistema de Informação do Património Arquitectónico

 

IVª Secção – Caminheiros do Clã XII
Agrupamento 342 de Vialonga

342 Logo Seccão IV

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